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Minas Acontece - Família pede investigação em morte suspeita de mulher em clínica de reabilitação


Família pede investigação em morte suspeita de mulher em clínica de reabilitação
9/7/2018
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Mulher havia se internado voluntariamente para tratar tabagismo e ansiedade.

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A família de uma mulher da cidade de Paraguaçu que morreu enquanto estava internada em uma clínica de reabilitação em Camanducaia no último dia 17 de junho está inconformada com a morte da mulher e questionam o laudo apresentado pela clínica. De acordo com os familiares, a mulher nunca teve problemas de saúde e a médica que teria assinado o atestado de óbito não chegou a ver ou examinar o corpo.

A mulher havia se internado na clínica de forma voluntária para tratar um problema de tabagismo e ansiedade. Ela já estava internada há quase dois meses quando faleceu de forma inesperada. A família dela só foi avisada da morte da mulher cerca de 4 horas após o horário o falecimento dela.

Ao chegar até a clínica, os familiares exigiram que fosse chamado o IML para apurar a morte, mas uma médica da própria clínica já havia assinado o atestado de óbito. A família dela registrou uma ocorrência, mas nada foi feito para investigar o ocorrido.

A irmã da moça contou a nossa reportagem que desde que a mulher chegou na clínica eram enviados boletins diários as atividades desenvolvidas pelos pacientes, mas as visitas só podiam acontecer uma vez ao mês e ligações, que duravam somente 3 minutos e eram supervisionadas, eram feitas uma vez por semana.

Segundo a moça, nas semanas que antecedeu a morte da irmã dela, a família não estava mais recebendo notícias e a mulher não era vista nas atividades em grupo. A mulher chegou a questionar diversas vezes o fato da irmã dela não aparecer nas fotos ou vídeos, mas a direção só respondia que não era possível gravar a todos e até chegou a remover a mulher do grupo.

Além de toda a situação, a irmã da moça também disse à reportagem que quando foram até a clínica o corpo dela ainda estava no local, mas a mulher não estava agasalhada ou coberta.A família quer respostas sobre o que aconteceu de fato, já que em nenhum momento chegaram a levar a mulher até um hospital.

Entre todos os questionamentos que ficaram sobre o que aconteceu na clínica no dia 17 de junho, alguns a família espera que sejam respondidos: Como uma pessoa que não tinha nenhum problema de saúde, se interna em uma clínica para tratar um problema com tabagismo e morre de forma tão inesperada? Como uma médica que sequer examinou a paciente pode atestar um óbito por “causas naturais” sem que fosse feito um exame? Porque há semanas a mulher não aparecia nos registros das atividades? Porque a família demorou tanto tempo para ser avisada da morte dela?

A família espera que a Polícia Civil e as autoridades responsáveis investiguem o que aconteceu na ocasião da morte. É o mínimo a ser feito e pode evitar que outras famílias passem por essa situação.

Veja o vídeo:



Da Redação.


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