Home    Fale Conosco  

 

PARAGUAÇU  |  ALFENAS  |  ALTEROSA  |  AREADO  |  CAMPOS GERAIS  |  GUAXUPÉ  |  JURUAIA  |  MACHADO  |  POÇOS DE CALDAS  |  POUSO ALEGRE  |  SERRANIA  |  VARGINHA  |  PÁGINA PRINCIPAL
NOTÍCIAS: Saúde & Beleza      Ação Social      Política      Polícia      Geral      Economia      Esporte      Cultura         Buscar:
Minas Acontece - JUSTIÇA DE PARAGUAÇU NA MIRA


JUSTIÇA DE PARAGUAÇU NA MIRA
2/4/2018
compartilhe:

height=306 

Viralizou na internet uma denúncia feita pelo advogado Marcelo Porchat de Assis contra um ex-juiz, aposentado compulsoriamente em 2.017, a Escrivã, dois servidores e alguns advogados da cidade de Paraguaçu/MG.

Apesar de gravíssima e de ter sido feita em 19/02/2018, até a presente data nada aconteceu, nem no fórum e nem por parte da Corregedoria do TJMG.

Talvez o Brasil seja um dos únicos países a punir um Magistrado com uma promoção e em seguida a aposentadoria compulsória, ao contrário do que passa numa novela televisiva.

Nesse esquema, não era raro colocarem um juiz cooperador ou plantonista para assinar diversas liminares que não deveriam ter sido dadas, em prejuízo do povo e da imprensa, induzindo-os em erro.

E por falar em imprensa, quem não se lembra do ocorrido no Paraná em 2.016, quando o Jornal “Gazeta do Povo”, publicou uma série de reportagens que mostravam os salários acima do teto constitucional pagos pelo Tribunal de Justiça (TJ) e pelo Ministério Público do Paraná (MP). As reportagens analisaram dados encontrados nos portais da transparência do MP e do TJ. Mesmo assim, três repórteres, um analista de sistemas e o responsável pelo visual gráfico das matérias viraram réus em 36 ações em juizados especiais, e também uma ação na Justiça comum – todas elas movidas por juízes e promotores que se diziam ofendidos com o que foi publicado.

Nas ações nos juizados especiais, os profissionais do jornal são obrigados por lei a comparecer às audiências. Eles já estiveram em 19 delas nos dois meses seguintes a publicação, percorreram para tanto 6,3 mil quilômetros.

 

A Gazeta, à época se manifestou: "Esse grupo de magistrados, na prática, o que eles estão cometendo é um atentado grave à liberdade de expressão, à liberdade de imprensa, à liberdade de informar ao público aquilo que é de interesse público", afirmou o diretor de redação do jornal, Leonardo Mendes Júnior.

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) afirmou que repudia a retaliação de magistrados e promotores do Paraná ao jornal Gazeta do Povo e seus profissionais.

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) disse que a iniciativa conjunta, em diferentes locais do Paraná, tem o claro objetivo de intimidar, retaliar e constranger o livre exercício do jornalismo.

E que uma coisa tem a ver com a outra?

Foi justamente um juiz plantonista em Paraguaçu/MG, que deu uma liminar proibindo o “MINAS ACONTECE”, de divulgar matéria de outro jornal, que apontava sérias e graves suspeitas sobre licitações na Prefeitura de lá, incluído a procuradora do Município que é parente da tal escrivã. O Juiz ainda determinou exclusão de matérias e proibiu o jornal de citar o nome de um político secretário municipal de turismo em Varginha.

Quando o MINAS ACONTECE divulgou o que entendeu como censura por parte do tal Magistrado e sua “liminar”, esclareceu seus leitores cuja matéria nada tinha de ofensivo a sua honra, mesmo assim, ele ingressou com uma ação penal contra o jornalista Pedro Alencar Azevedo.

Ocorre que apesar de não existirem quaisquer provas, o Magistrado que está muito bem assessorado por um grande escritório de advocacia de Belo Horizonte, imputa ao jornalista a propriedade do jornal que divulgou a matéria em primeiro lugar, sem qualquer prova disso. Ainda edita um vídeo produzido de uma tela de computador e que fora de seu contexto, modifica o que realmente se falou ou se pretendeu divulgar e usar da liberdade de imprensa.

Apesar de tudo e da total ausência de prova ou crime, é bem possível que o Jornalista Pedro Alencar Azevedo, venha a ser condenado mesmo sendo inocente, unicamente por força do absurdo corporativismo que existe na justiça Brasileira.

Da mesma forma que é bem provável que a denúncia apresentada pelo mencionado advogado se volte contra ele mesmo, acabando por ser Réu em processo criminal, apenas por tentar livrar a comunidade dos tentáculos da corrupção.

Portanto, não se pode falar em combate a corrupção sem que os órgãos competentes para investigar, acusar, julgar e eventualmente punir, comece primeiro a cortar na própria carne, e expurgar aqueles que se utilizam de seus cargos para benefício próprio e ou atender caprichos da vaidade. E mais, apurar as denúncias sobre supostas organizações criminosas em fóruns em detrimento da verdadeira e livre JUSTIÇA.   

E a Procuradora Municipal?

AGUARDEM!!!



Da Redação



compartilhe:




Comentários:









 

NOTÍCIAS: Saúde & Beleza      Ação Social      Política      Polícia      Geral      Economia      Esporte      Cultura        




Todos direitos reservados.