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Minas Acontece - Imprensa é impedida de filmar licitação em Paraguaçu e falta medicamento na policlínica


Imprensa é impedida de filmar licitação em Paraguaçu e falta medicamento na policlínica
9/6/2017
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Prefeitura tem dinheiro para festa, mas deixa faltar remédio para população.

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Em Paraguaçu, nesta quinta-feira (08/06), a equipe de reportagem do Minas Acontece esteve na cidade para acompanhar e filmar uma licitação PÚBLICA referente a Festa de Rodeio e já chegamos com a câmera ligada e nos identificamos que era repórter e que fomos lá cobrir tal licitação. A intensão era saber como funciona o processo de licitação da prefeitura.

Momento em que a pregoeira nos interrogou perguntando: “O que é isso?” O repórter Pedrinho Alencar respondeu que havia ido filmar a licitação, pois a mesma era PÚBLICA, né!? Momento esse em que por coincidência vencedor da licitação disse que “Não dou direito da minha imagem não!”

Educadamente o repórter respondeu que tamparia a imagem dele e de todos ali, mas mesmo assim recebeu ordens da pregoeira para desligar a câmera. Como nossa equipe estava dentro de uma repartição pública e recebeu a ordem da chefe de setor (pregoeira), não desacatamos a servidora e desligamos a câmera conforme o “pedido”.

Como já estávamos impedido de filmar a referida licitação, deixamos o local, mas antes presenciamos a procuradora do município chamando a polícia. 

Ao deixar o local, o senhor Claudemir Rodrigues nos reconheceu e desesperadamente nos abordou na porta da Prefeitura e solicitou fazer uma reclamação a imprensa sobre falta de remédios por parte da Secretaria de Saúde.

Segundo ele informa em entrevista, está precisando de um remédio que custam mais de R$ 160,00 e não tem dinheiro para comprar. Ele afirma que nunca encontra remédios na policlínica. Ele disse também que é a favor da festa, mas que a prioridade é a saúde e ter os remédios na policlínica.

Ao terminar a entrevista, o repórter foi até o quartel da PM na cidade para dar suas versões dos fatos já que a procuradora havia acionado a PM, onde encontrou o comandante do pelotão Tenente Waldeci que informou que realmente foi acionado no local para um princípio de tumulto, mas quando chegou não havia mais nada.

Entramos em contato com a procuradora do município na tarde desta sexta-feira (09/06), perguntamos a ela por que a imprensa foi proibida de filmar a licitação? Ela disse que não foi proibido ninguém de acompanhar ou filmar a licitação.

Informamos a ela que filmamos a pregoeira pedindo para desligar a câmera, mesmo após termos nos identificados. Ela respondeu: “Que então ela agiu para manter a ordem e o andamento da licitação, pois a filmagem poderia estar causando algum tumulto.”

Ao ser questionada se chamou a polícia para nossa equipe; Ela disse que chamou a PM para acalmar os ânimos dos licitantes que estavam exaltados.  

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Perguntamos sobre a falta de remédios na policlínica; Ela mandou procurara a Secretaria de Saúde que não é com ela.

Se houver interesse da prefeitura em enviar nota, o espaço está aberto, pois o contato já foi feito. O prefeito NETINHO não estava no município, estava viajando.

Em Tempo...

A VERDADE APARECEU!

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Para reportagem, a procuradoria (Procuradora) negou que havia acionado a polícia para imprensa que tentou filmar a licitação, disse que havia chamado a polícia para os licitantes que estavam causando tumulto, mas a verdade apareceu, neste final de semana a procuradoria (Procuradora adjunta) assumiu em um grupo de whatsapp que tentou nos coagir chamando não só a PM, mas também o Ministério Público para imprensa e ainda nos acusou de tumulto. Elas disseram que não proibiram de filmar e chamaram a polícia, imagina se proibissem então?

 

Secretário Municipal de Varginha participava da licitação em horário comercial

A licitação deu início por volta das 13hs, em pleno horário de expediente, um Secretário Municipal da cidade de Varginha, primeiro escalão do governo Antônio Silva (PTB), responsável por uma pasta importante, ao invés de estar no trabalho, acompanhava a licitação da festa de rodeio em Paraguaçu.

Não podemos entrar em mais detalhes por que existe uma liminar, deferida por um juiz que passou pela comarca de Paraguaçu que proíbe o site Minas Acontece de falar o nome do secretário, da empresa dele e de cita-lo em reportagens, pois ele ocultou do juiz que era suplente e ex-vereador quando entrou com processo. Ele omitiu que era e é agente PÚBLICO. Possui privilégios que nem o Lula e o Aécio tem! Consegue calar a imprensa judicialmente.

Acredite-se quiser, ex-vereador, secretário municipal e agente PÚBLICO participa normalmente de licitação PUBLICA em Paraguaçu. É normal?

Veja o vídeo Direto da Notícia:

Da Redação



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