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Minas Acontece - Juiz proíbe jornal de citar nome de político em reportagens


Juiz proíbe jornal de citar nome de político em reportagens
18/4/2017
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O politico omitiu para justiça que ocupa cargo publico de primeiro escalão em Varginha e tem vida politica ativa.

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O Juiz Augusto Moraes Braga da comarca de Paraguaçu, através de liminar proibiu o site Minas Acontece de citar em suas reportagens o nome de um politico influente no Sul de Minas e ainda determinou que as reportagens relacionadas ao mesmo fossem excluídas do site com pena de multa.

O tal politico que conseguiu tal beneficio da justiça esta tendo tratamento diferenciado de todos os brasileiros, pois nem políticos eleitos com mandatos conseguiram tal façanha de proibir que um jornal não fizesse matérias relacionadas ao seu nome.

As matérias retiradas do ar são de suspeitas em fraudes em licitações nos Carnavais de 2016 e 2017 na cidade de Paraguaçu. O juiz responsável decidiu primeiro tirar as matérias sem mesmo ouvir a outra parte (imprensa). Pois as matérias foram feitas através de documentos públicos.

O tal politico induziu o Juiz ao erro no momento que omitiu que é um agente público com interesses políticos. O mesmo não contou para a Justiça que foi candidato a vereador em 2016 e agora ocupa cargo em primeiro escalão na Prefeitura de Varginha. O mesmo ainda teve a coragem de pedir a gratuidade da justiça, alegando não ter condições financeiras para pagar.

Após as reportagens publicadas no Minas Acontece, ao término do carnaval deste ano (2017), o político começou a mandar mensagens  em áudio no Whatsapp ameaçadoras para o repórter e sua família. Além de ameaçar que iria processar os patrocinadores do site para que estes deixassem de patrocinar o site.

Após o carnaval 2017, a equipe do Minas Acontece recebeu 26 intimações deste politico usando de ilegitimidade de má fé com a justiça.  Só em Varginha serão 16 audiências para responder pelo mesmo fato, com intuito de gerar prejuízo para o proprietário do portal com honorários de advogado e ocupando seu tempo, pois o mesmo trabalha por conta própria e não possui o mesmo tempo que o politico que recebe dinheiro publico para “trabalhar”.

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Tal liminar havia sido decidida em Janeiro de 2017, antes da realização do Carnaval deste ano com objetivo de CENSURAR o site para que não informássemos a população quem ganhou a licitação da festa em Paraguaçu. O mesmo beneficiado pelo edital do evento ano passado (2016). Porém, nosso repórter (Pedro Alencar Azevedo) só foi notificado após o carnaval deste ano (2017) após publicação de mais duas reportagens; Novamente suspeita de fraude em licitação do Carnaval de Paraguaçu, mas desta vez investigado pelo Ministério Publico e um turista agredido no estacionamento de um show particular realizado pela empresa do politico. O simples fato de ele possuir cargo público dá impedimento de participar em licitações.

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O Minas Acontece recorreu e já entrou com pedido cancelando tal liminar, mas por enquanto segue proibido de falar o nome do politico que comanda o Turismo, Indústria e Comercio de uma das maiores cidades do Sul de Minas.

Tal politico com a decisão judicial teve tratamento diferenciado e privilegiado em relação aos Brasileiros, inclusive se a decisão permanecer ele conseguirá um beneficio que nem mesmo figuras de grande poder politico como o ex-presidente Lula (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB) conseguiram. Imagina se as emissoras fossem proibidas de citar nome de políticos com essa Operação Lava-Jato?

Da Redação



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