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Minas Acontece - Família de Deputado mais uma vez envolvida em ocorrência de trabalho escravo


Família de Deputado mais uma vez envolvida em ocorrência de trabalho escravo
6/8/2018
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Quinze pessoas em situação análoga à escravidão foram resgatadas de uma fazenda em Muzambinho (MG) pelo Ministério do Trabalho. O grupo trabalhava na colheita do café. A operação aconteceu no dia 23 de julho, mas foi divulgada na sexta-feira (3) pela ONG Repórter Brasil.

Segundo a gerência regional do Trabalho de Varginha, as condições, principalmente de segurança e saúde eram precárias nos alojamentos em que os trabalhadores ficavam. A situação foi classificada como degradante.

Ainda conforme o Ministério do Trabalho, não havia condições para que os trabalhadores ficassem em nenhuma das duas edificações da fazenda. O esgoto era a céu aberto e a captação da água e da parte elétrica eram totalmente improvisados.

Segundo o MT, os resgatados não tinham camas, nem portas nos locais onde ficavam. Além disso, não era feito o recibo de pagamento e não havia controle de produção individual dos trabalhadores.

A fazenda recebeu 34 autos de infração e pagou R$ 87 mil de indenização aos trabalhadores.

Família de deputado 

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A equipe de resgate do Ministério do Trabalho, junto à Polícia Federal e ao Ministério Público, encontrou 15 pessoas na Fazenda Córrego da Prata e classificou a lida como “trabalho análogo à escravidão”. Elas foram retiradas do local na mesma tarde e o Ministério do Trabalho começou as negociações com o patrão para o pagamento correto de todos os direitos.

Segundo os funcionários, a fazenda em questão é de propriedade de uma parente de deputado estadual Emidinho Madeira. É a terceira vez que a família do deputado é autuada por trabalho escravo. O pai do deputado, possui 112 processos no Ministério do Trabalho por infrações. Em 2015, foi autuado por manter 60 trabalhadores em regime análogo à escravidão na fazenda Santa Efigênia, em Bom Jesus da Penha, também em Minas. Em 2016 foi novamente autuado, desta vez por manter 14 trabalhadores em trabalho análogo à escravidão nas fazendas Boa Vista e Cafundó, na mesma cidade.

Fonte:G1 / M
uzambinhonoticias

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